"Quem mostra a língua, pede beijo.", enviada em uma conversa no MSN.
"Economize bala, chupa minha língua!", nome de exibição de contato no MSN.
08 janeiro, 2009
Eu e Marley
Fui ao shopping ontem com a minha prima revelar algumas fotos e eis que no piso do cinema encontramos uma réplica de papelão em tamanho ampliado do Marley, do filme 'Marley & Eu'.
Tirei uma foto em que se enquadram eu e o cachorro.
Marley e Eu, literalmente.
Posto aqui já já.
PS: Anexei a foto ao texto!
Tirei uma foto em que se enquadram eu e o cachorro.
Marley e Eu, literalmente.
Posto aqui já já.
PS: Anexei a foto ao texto!
beleza é só um detalhe
Não sou bonito. Sou normal.
E quer saber?
Eu não queria mesmo ser bonito. Imagine você a crueldade de fazer todos a sua volta se sentirem inferiores (esteticamente), a todo segundo, todo minuto. A irmã da Gisele Bundchen deve se sentir horrorosa quando acorda, toda descabelada.
Prefiro ser normal. Porque dessa posição humilde, simplista e ordinária (ordinário = comum) posso mostrar às pessoas o quão belas elas são.
A beleza é só um detalhe, eu sei. Mas você sabe o que eu acho:
o afeto mora nos detalhes.
E quer saber?
Eu não queria mesmo ser bonito. Imagine você a crueldade de fazer todos a sua volta se sentirem inferiores (esteticamente), a todo segundo, todo minuto. A irmã da Gisele Bundchen deve se sentir horrorosa quando acorda, toda descabelada.
Prefiro ser normal. Porque dessa posição humilde, simplista e ordinária (ordinário = comum) posso mostrar às pessoas o quão belas elas são.
A beleza é só um detalhe, eu sei. Mas você sabe o que eu acho:
o afeto mora nos detalhes.
click
Em 2009 eu quero mudar. E tenho nítido na minha mente a pessoa que quero me tornar.
Em primeiro lugar, decidi que vou entrar em uma academia. Sim, quero ficar malhado, sarado, bombado, a palavra que você escolher...é isso que quero. É o que vou conseguir. Quero me sentir desejado. Quero que me percebam, porque não importa o quanto você se esforce pra mostrar, as pessoas simplesmente não enxergam.
Elas tem que ter um atrativo para, a partir dele, começar a ver as nuances de você. Como aquela situação em que paramos num jardim pra ver uma única bela flor que nos chamou a atenção, para aí descobrir que ela também tem um excelente perfume (ou não).
Os olhos das pessoas são como as lentes de uma máquina: funcionam em perspectiva.
Foco, análise, interesse, zoom...CLICK.
PS: Pros que pensam que eu sou hedonista e egocêntrico, pensem novamente. Não sou 'ainda'.
Em primeiro lugar, decidi que vou entrar em uma academia. Sim, quero ficar malhado, sarado, bombado, a palavra que você escolher...é isso que quero. É o que vou conseguir. Quero me sentir desejado. Quero que me percebam, porque não importa o quanto você se esforce pra mostrar, as pessoas simplesmente não enxergam.
Elas tem que ter um atrativo para, a partir dele, começar a ver as nuances de você. Como aquela situação em que paramos num jardim pra ver uma única bela flor que nos chamou a atenção, para aí descobrir que ela também tem um excelente perfume (ou não).
Os olhos das pessoas são como as lentes de uma máquina: funcionam em perspectiva.
Foco, análise, interesse, zoom...CLICK.
PS: Pros que pensam que eu sou hedonista e egocêntrico, pensem novamente. Não sou 'ainda'.
07 janeiro, 2009
sangue
no MSN, meu primo termina um argumento:
"Ass: homem do coração sangrando...nao tenho feridas pq estas cicatrizam...possuo chagas que sangram ao bel prazer, quando eu menos espero."
"Ass: homem do coração sangrando...nao tenho feridas pq estas cicatrizam...possuo chagas que sangram ao bel prazer, quando eu menos espero."
06 janeiro, 2009
tartaruga
[...]
Eu: ah sim, agora entendi.
Ela: ainda bem. rsrs
Eu: sou esperto, você viu?
Ela: meio lentinho, mas esperto. rsrs
Eu: lentinho não, sou mega rápido. rsrs
Ela: é nada. se fosse rápido teria entendido minhas indiretas.
Eu: talvez você é que não tenha parado pra tentar entender os meus silêncios.
e a tartaruga ganhou a corrida.
Eu: ah sim, agora entendi.
Ela: ainda bem. rsrs
Eu: sou esperto, você viu?
Ela: meio lentinho, mas esperto. rsrs
Eu: lentinho não, sou mega rápido. rsrs
Ela: é nada. se fosse rápido teria entendido minhas indiretas.
Eu: talvez você é que não tenha parado pra tentar entender os meus silêncios.
e a tartaruga ganhou a corrida.
gostos
YA: Me fala dos seus gostos Jeanzito. Desembuxa.
Eu: gosto d cinema, boliche, shopping, as vezes gosto de andar só pra olhar as pessoas. gosto de ficar na internet, ouvir musica triste de vez em quando, chorar. ligo pros meus amigos, digo o quanto gosto deles. gosto de gente que tenha coração. que ri, q chora.
gente cujas cicatrizes da vida não tenham lhe levado muito do caráter ou da sanidade. gosto de gente corajosa, que acredita no amanhã, mesmo ele sendo difícil e no amor, mesmo ele sendo improvável. gosto de gente otimista. que tenha ombro pra oferecer ao invés de sermão.
gosto de gente feliz, gente humana. que sente vontade de oferecer um trocado pra um mendigo e nao um bofetão. gente que goste de animais. gente que n seja pao duro (escutei uma vez que quem n é pao duro com dinheiro, n é pao duro com amor).
que tenha família e que essa família tenha ensinado responsabilidade. gosto de gente que aprendeu responsabilidade com a família. gosto de gente que faz carinho, que faz cafuné, que senta no colo de supetão, que faça festa surpresa, que faça uma oração por mim. gosto de gente que acredita em deus, que acredita em mim, que acredita em si mesmo. Gosto de gente que acredita.
Gosto de sentir saudade de quem gosto. Como sinto agora.
Mas Ubatuba é pertinho. risos.
Eu: gosto d cinema, boliche, shopping, as vezes gosto de andar só pra olhar as pessoas. gosto de ficar na internet, ouvir musica triste de vez em quando, chorar. ligo pros meus amigos, digo o quanto gosto deles. gosto de gente que tenha coração. que ri, q chora.
gente cujas cicatrizes da vida não tenham lhe levado muito do caráter ou da sanidade. gosto de gente corajosa, que acredita no amanhã, mesmo ele sendo difícil e no amor, mesmo ele sendo improvável. gosto de gente otimista. que tenha ombro pra oferecer ao invés de sermão.
gosto de gente feliz, gente humana. que sente vontade de oferecer um trocado pra um mendigo e nao um bofetão. gente que goste de animais. gente que n seja pao duro (escutei uma vez que quem n é pao duro com dinheiro, n é pao duro com amor).
que tenha família e que essa família tenha ensinado responsabilidade. gosto de gente que aprendeu responsabilidade com a família. gosto de gente que faz carinho, que faz cafuné, que senta no colo de supetão, que faça festa surpresa, que faça uma oração por mim. gosto de gente que acredita em deus, que acredita em mim, que acredita em si mesmo. Gosto de gente que acredita.
Gosto de sentir saudade de quem gosto. Como sinto agora.
Mas Ubatuba é pertinho. risos.
01 janeiro, 2009
vamos embora viver
Essa semana no metrô vi um corpo caído. É estranho ver um punhado de carne imóvel de um lado, muletas do outro. A gente não sabe ao certo se é a vida que estava ao chão, ou se é a morte que estava.
Eu estava atrasado. Não parei. E enquanto dava passos rápidos pra onde devia ir, observei outras pessoas (cujos compromissos não eram tão urgentes ou cujos sentimentos não eram tão engoístas) pararem para erguer o corpo.
O fato é que pensei por um momento: e se fosse eu, ao chão? E se eu caisse duro no caminho pro destino no qual eu tão ansiosamente desejava chegar? Alguém pararia pra me ajudar? E mais: eu merecia que alguém desistisse de todos os compromissos pra me ajudar?
E a resposta foi 'sim'. Acho que eu mereço, que alguém me ajudaria.
E aí a próxima pergunta escapou: se você morresse no metrô, você morreria feliz?
A resposta foi 'não sei'. Me arrependo de pouco que fiz, isso em si é um fragmento de felicidade. Mas ainda existem coisas interessantes que não fiz, coisas importantes que não disse, experiências excitantes que não tive a oportunidade de viver.
Eu choraria por mim no meu velório.
Mas a vida está em mim. Ando de mãos dadas com ela, até quando Deus quiser.
O que acho curioso é como a morte mexe com a gente.
Quem vê a morte, se coloca no lugar dela, se imagina sem vida e é aí que a mente inunda de dúvidas. Quem vê a morte, falece, ainda que por um segundo. É aquela sensação ruim que dá.
Do mesmo jeito que quem vê uma criança nascendo, sente aquela sensação agradável, talvez uma lembrança instintiva do que é se libertar para o mundo.
Mas ainda não morri, não morremos.
Então vamos embora viver.
Eu estava atrasado. Não parei. E enquanto dava passos rápidos pra onde devia ir, observei outras pessoas (cujos compromissos não eram tão urgentes ou cujos sentimentos não eram tão engoístas) pararem para erguer o corpo.
O fato é que pensei por um momento: e se fosse eu, ao chão? E se eu caisse duro no caminho pro destino no qual eu tão ansiosamente desejava chegar? Alguém pararia pra me ajudar? E mais: eu merecia que alguém desistisse de todos os compromissos pra me ajudar?
E a resposta foi 'sim'. Acho que eu mereço, que alguém me ajudaria.
E aí a próxima pergunta escapou: se você morresse no metrô, você morreria feliz?
A resposta foi 'não sei'. Me arrependo de pouco que fiz, isso em si é um fragmento de felicidade. Mas ainda existem coisas interessantes que não fiz, coisas importantes que não disse, experiências excitantes que não tive a oportunidade de viver.
Eu choraria por mim no meu velório.
Mas a vida está em mim. Ando de mãos dadas com ela, até quando Deus quiser.
O que acho curioso é como a morte mexe com a gente.
Quem vê a morte, se coloca no lugar dela, se imagina sem vida e é aí que a mente inunda de dúvidas. Quem vê a morte, falece, ainda que por um segundo. É aquela sensação ruim que dá.
Do mesmo jeito que quem vê uma criança nascendo, sente aquela sensação agradável, talvez uma lembrança instintiva do que é se libertar para o mundo.
Mas ainda não morri, não morremos.
Então vamos embora viver.
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